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09/08/2017

HomeNoticiasAnálise de agrotóxicos exige pessoal especializado e anos de rastreamento
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Análise de agrotóxicos exige pessoal especializado e anos de rastreamento

Análise de agrotóxicos exige pessoal especializado e anos de rastreamento

Pesquisadores da Unicamp participam de estudo inédito em seis Estados brasileiros durante cinco anos sobre resíduos de glifosato em soja

TEXTO

GUSTAVO STEFFEN DE ALMEIDA

 

FOTOS

ANTONIO SCARPINETTI

 

EDIÇÃO DE IMAGEM

LUIS PAULO SILVA

Quando uma nova molécula com potencial de ser usada como defensivo agrícola é desenvolvida no Brasil, é obrigatório que seja aprovada por órgãos de três ministérios: Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Meio Ambiente e Saúde, no caso deste último por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável pela liberação de novas substâncias no país. “Isso demanda pelo menos uns dez anos. A empresa tem que gerar um dossiê no qual tudo o que se faz da molécula é apresentado”, explica Nádia Rodrigues, pesquisadora do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Universidade Estadual de Campinas (CPQBA-Unicamp). Uma das fases desse longo e complexo processo é o estudo de resíduos da molécula em campo.

Leia a reportagem completa em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/08/08/analise-de-agrotoxicos-exige-pessoal-especializado-e-anos-de-rastreamento


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