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11/04/2016

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Fungo descoberto em castanheiras pode ter atividade bactericida

Fungo descoberto em castanheiras pode ter atividade bactericida

Peter Moon  |  Agência FAPESP – A castanha-do-brasil ou castanha-do-pará é objeto de estudo de diversos grupos de pesquisa em todo o país. Um dos objetivos dos estudos é entender como evitar a contaminação das castanhas por espécies de mofo ou bolor que produzem substâncias tóxicas.

Um subproduto inesperado dessas pesquisas é a descrição de uma nova espécie de fungo, o Penicillium excelsum, uma das mais de 350 espécies do gênero Penicillium, o mesmo de onde se extraiu originalmente a penicilina, o primeiro dos antibióticos. Publicado no periódico PLoS ONE, o trabalho é liderado pela bióloga e pesquisadora Marta Hiromi Taniwaki, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), de Campinas, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com o apoio da FAPESP.

A castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa) é uma árvore amazônica que pode alcançar mais de 50 metros de altura. A planta produz ouriços que amadurecem e caem no chão da floresta, partindo-se e liberando suas sementes, as castanhas. O Brasil lidera a produção mundial. No Acre, o maior produtor nacional, a sementes são conhecidas como castanha-do-acre. Já na Bolívia, o segundo maior produtor, o nome é almendra (amêndoa), noz amazônica ou noz boliviana. No resto do planeta, a noz comestível da castanheira amazônica é a Brazil nut, a noz do Brasil.

Devido ao desmatamento, desde 1998 a castanheira-do-brasil é considerada uma espécie vulnerável à extinção, segundo a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais. Sua extração é proibida por lei.

Leia a reportagem completa em: http://agencia.fapesp.br/fungo_descoberto_em_castanheiras_pode_ter_atividade_bactericida/23010/

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