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20/04/2016

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Alteração em RNA pode levar à hipertrofia cardíaca

Alteração em RNA pode levar à hipertrofia cardíaca

Por Da Redação - [email protected]

Da Seção de Relações Institucionais e Comunicação da EEFE

A aluna de graduação da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP Clara Nóbrega já havia recebido Menção Honrosa pelo seu trabalho apresentado no 23° Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP. Mas o que ela não esperava é que o destaque seria ainda maior. Dentre os trabalhos premiados, o projeto de Clara foi um dos cinco selecionados para apresentação oral no Undergraduate Research Symposium na Universidade de Rutgers, Estados Unidos, de 11 a 15 de abril de 2016.

Clara ingressou no programa de Iniciação Científica no Laboratório de Bioquímica e Biologia Molecular do Exercício da EEFE no primeiro ano de graduação, sob a supervisão da professora Edilamar Menezes de Oliveira. Seus estudos tiveram como foco os cardiomiócitos, que são células cardíacas capazes de sofrer remodelamento – como a hipertrofia cardíaca fisiológica ou patológica. Essas células são cultivadas no laboratório e isoladas para verificar possíveis alterações estruturais e bioquímicas e quais são os mecanismos que podem desencadear essas alterações.

O Laboratório de Bioquímica e Biologia Molecular do Exercício concentra muitas pesquisas com microRNAs, que são pequenas moléculas que bloqueiam os RNAs mensageiros, inibindo a síntese proteica. Observa-se que o microRNA-34c*, estudado por Clara, está bruscamente reduzido no ventrículo esquerdo de animais submetidos ao treinamento físico aeróbio. A aluna explica que, quando uma pessoa se exercita, seu coração torna-se mais forte e eficaz. Isso permite que o órgão bombeie o mesmo fluxo sanguíneo com uma menor frequência cardíaca, caracterizando a hipertrofia fisiológica. Como os animais submetidos ao treinamento físico aeróbio apresentaram número reduzido do microRNA-34c*, acredita-se que a inibição dessa molécula levaria à hipertrofia cardíaca fisiológica. A estudante conseguiu simular essa alteração em cultura de células, demonstrando que só com o silenciamento desse microRNA já seria possível aumentar a hipertrofia cardíaca fisiológica, sem necessitar de nenhum outro mecanismo como estresse mecânico ou estímulo bioquímico.

 

Leia a reportagem completa em: http://www.usp.br/agen/?p=228964

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