Carregando.
Aguarde.

menu

(11) 3091-4464

[email protected]

20/04/2016

HomeNoticiasEstudo busca aperfeiçoar o diagnóstico por imagem da esquizofrenia
HomeNoticiasEstudo busca aperfeiçoar o diagnóstico por imagem da esquizofrenia
Estudo busca aperfeiçoar o diagnóstico por imagem da esquizofrenia

Estudo busca aperfeiçoar o diagnóstico por imagem da esquizofrenia

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – Por meio de um softwarecapaz de minerar dados fornecidos pelo exame de ressonância magnética funcional, o diagnóstico da esquizofrenia usando o mapeamento do cérebro já é possível no âmbito científico. Novos estudos procuram investigar com maiores detalhes as principais regiões cerebrais envolvidas e também detectar eventuais reorganizações da estrutura cortical em função do tratamento medicamentoso.

A informação foi comunicada à Agência FAPESP por Francisco Aparecido Rodrigues, pesquisador associado do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), um dos 17 Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

Professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP), no campus de São Carlos, Rodrigues coordenou um estudo sobre o tema, realizado mediante colaboração entre a USP e a Radboud University, de Nijmegen, nos Países Baixos. Artigo relatando os primeiros resultados foi publicado em 2014 na revista Clinical Neurophysiology: “Structure and dynamics of functional networks in child-onset schizophrenia”. O estudo foi apoiado pela FAPESP por meio do projeto “Caracterização, análise, simulação e classificação de redes complexas”.

“Nesse estudo, que podemos definir como uma primeira abordagem do assunto, fizemos o mapeamento global do cérebro para detectar as diferenças entre a organização da estrutura cortical classificada como normal e aquela que caracteriza os portadores de esquizofrenia. Agora, estamos investigando em maior profundidade diversas regiões corticais, tal como o córtex pré-frontal, para localizar diferenciações talvez mais expressivas. Além disso, considerando que o cérebro é um órgão de grande plasticidade, em constante transformação, queremos saber também se o tratamento medicamentoso é capaz de reconfigurar estruturas de ligação, levando, eventualmente, a uma correção anatômica definitiva”, disse o pesquisador.

Leia a reportagem completa em: http://agencia.fapesp.br/estudo_busca_aperfeicoar_o_diagnostico_por_imagem_da_esquizofrenia/23070/

Voltar