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27/04/2016

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Para ampliar a autonomia

Bengalas eletrônicas, exoesqueletos e máquinas de escrever em braille procuram melhorar a vida de pessoas com deficiência

BRUNO DE PIERRO


Vítima de um acidente de trânsito em 2014, que resultou na perda de parte dos movimentos das pernas, o motoboy Reginaldo Santos Ferreira, de 33 anos, começa a dar alguns passos com a ajuda de um exoesqueleto robótico desenvolvido por pesquisadores da Faculdade de Medicina (FM) e da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP). Desde maio do ano passado ele participa de testes com um protótipo desse aparelho no Instituto de Medicina Física e Reabilitação (Imrea) da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, no bairro da Vila Mariana, em São Paulo. “Quando uso o exoesqueleto, sinto mais firmeza para caminhar. Meu quadril fica alinhado e estável”, relata Ferreira. O retorno dado pelo paciente tem sido fundamental para que médicos, fisioterapeutas e engenheiros envolvidos no projeto possam fazer ajustes necessários no equipamento. O objetivo é torná-lo mais funcional, quando comparado a modelos disponíveis no mercado. “Os exoesqueletos convencionais exigem que o usuário se sustente com os dois braços em um andador ou muletas. Isso leva o paciente a ter que fazer muita força para se equilibrar”, explica Linamara Rizzo Battistella, professora da FM-USP.

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